NOSSO CREDO!
Cremos:
1. Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas:
” O Pai,
” O Filho e
” O Espírito Santo, Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29.
2. Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão, 2 Tm 3.14-17.
3. No nascimento virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e sua ascensão vitoriosa aos céus, Is 7.14; Rm 8.34; At 1.9.
4. Na pecaminosidade do homem que o destituiu da glória de Deus, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que o pode restaurar a Deus, Rm 3.23; At 3.19.
5. Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da palavra de Deus, para tornar o homem digno do reino dos céus, Jo 3.3-8.
6. No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor, At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26; Hb 7.25; 5.9.
7. No batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo, Mt 28.19; Rm 6.1-6; Cl 2.12.
8. Na necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no Calvário, através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo, Hb 9.14; 1 Pe 1.15.
9. No batismo bíblico com o Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, conforme a sua vontade, At 1.5;2.4; 10.44-46; 19.1-7.
10. Na sua atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme a sua soberana vontade, 1 Co 12. 1-12.
11. Na segunda vinda premilenial de Cristo, em duas fases distintas.
A Primeira -Invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja fiel da terra, antes da grande tribulação;
A Segunda -Visível e corporal, com sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos, 1 Ts 4.16,17; 1 Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5; Jd 14.
12. Que todos os cristãos comparecerão ante ao tribunal de Cristo, para receber a recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra, 2 Co 5.10.
13. No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis, Ap 20.11-15.
14. E na vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento para os infiéis, Mt 25.46.
sexta-feira, 30 de março de 2012
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
“O Homem não convertido”
TEMA: “O Homem não convertido”
TEXTO: Jo 14 16,17
16 E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre; 17 O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós.
INTRODUÇÃO:
Considerando que o ministério especial do Espírito Santo é o de habitar no coração dos homens, a experiência é geralmente conhecida como morada do Espírito Santo. Muitos estudiosos ortodoxos crêem que Deus concedeu a Adão não somente vida física e mental, mas também a habitação do Espírito Santo, a qual ele perdeu por causa do pecado. Essa perda atingiu não somente a ele, mas também a seus descendentes. Essa ausência do Espírito Santo deixou o homem nas trevas e debilidade espiritual.
I. O HOMEM NÃO CONVERTIDO, QUANTO AO ENTENDIMENTO, NÃO PODE COMPREENDER AS COISAS DO ESPIRITO DE DEUS
a. A mão misteriosa escrevendo na parede de Belsazar (Dn 5.1-31)
b. Pedro sendo repreendido pelo SENHOR (Mt 16.21-23)
c. O eunuco da Rainha de Candace lia o Profeta Isaías, mas, não entendia nada (At. 8.26-40)
“Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. “(1Cor 2 14)
II. O HOMEM NÃO CONVERTIDO, QUANTO À VONTADE, NÃO PODE ESTÁ SUJEITO À LEI DE DEUS
a. O discurso de Jesus e outra vez Pedro sendo repreendido (Jo 6.60-71)
b. A experiência de Zaquel (Luc 19.1-10).
” Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem em verdade o pode ser;”(Rm 8.7).
III. O HOMEM NÃO CONVERTIDO, QUANTO À ADORAÇÃO, NÃO PODE CHAMAR JESUS DE SENHOR.
a. Pedro confessa o SENHOR Jesus (Mt 16.13-20)
b. Natanael Confessa o SENHOR Jesus (Jo 1.35-51)
c. Tomé também confessou o SENHOR Jesus (Jo 20.19-31)
“Portanto vos quero fazer compreender que ninguém, falando pelo Espírito de Deus, diz: Jesus é anátema! e ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor! senão pelo Espírito Santo.” (I Cor 12.3)
IV. O HOMEM NÃO CONVERTIDO, QUANTO À PRÁTICA, NÃO PODE AGRADAR À DEUS.
a. A prática dos filhos de Eli (I Sm 2.12-17)
b. A prática de Nabe e Abiú (Nm 26.61)
c. A prática de Ananias e Safira (At. 5.1-16)
“e os que estão na carne não podem agradar a Deus.” (Rm 8.8)
V. O HOMEM NÃO CONVERTIDO, QUANTO AO CRÁTER, NÃO PODE PRODUZIR FRUTOS ESPIRITUAIS.
a. Os frutos da carne ( Gl 5.19-21)
b. O caráter de Caim (Gn 4.1-8)
“Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não permanecer na videira, assim também vós, se não permanecerdes em mim.” (Jo 15.4).
VI. O HOMEM NÃO CONVERTIDO, QUANTO À FÉ, NÃO PODE RECEBER O ESPÍRITO DA VERDADE.
“a saber, o Espírito da verdade, o qual o mundo não pode receber; porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque ele habita convosco, e estará em vós.” (Jo 14.17).
CONCLUZÃO:
Tudo isso acontece por causa da ausência Espírito Santo, ausência esta, que deixa o homem morto espiritualmente.
TEXTO: Jo 14 16,17
16 E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre; 17 O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós.
INTRODUÇÃO:
Considerando que o ministério especial do Espírito Santo é o de habitar no coração dos homens, a experiência é geralmente conhecida como morada do Espírito Santo. Muitos estudiosos ortodoxos crêem que Deus concedeu a Adão não somente vida física e mental, mas também a habitação do Espírito Santo, a qual ele perdeu por causa do pecado. Essa perda atingiu não somente a ele, mas também a seus descendentes. Essa ausência do Espírito Santo deixou o homem nas trevas e debilidade espiritual.
I. O HOMEM NÃO CONVERTIDO, QUANTO AO ENTENDIMENTO, NÃO PODE COMPREENDER AS COISAS DO ESPIRITO DE DEUS
a. A mão misteriosa escrevendo na parede de Belsazar (Dn 5.1-31)
b. Pedro sendo repreendido pelo SENHOR (Mt 16.21-23)
c. O eunuco da Rainha de Candace lia o Profeta Isaías, mas, não entendia nada (At. 8.26-40)
“Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. “(1Cor 2 14)
II. O HOMEM NÃO CONVERTIDO, QUANTO À VONTADE, NÃO PODE ESTÁ SUJEITO À LEI DE DEUS
a. O discurso de Jesus e outra vez Pedro sendo repreendido (Jo 6.60-71)
b. A experiência de Zaquel (Luc 19.1-10).
” Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem em verdade o pode ser;”(Rm 8.7).
III. O HOMEM NÃO CONVERTIDO, QUANTO À ADORAÇÃO, NÃO PODE CHAMAR JESUS DE SENHOR.
a. Pedro confessa o SENHOR Jesus (Mt 16.13-20)
b. Natanael Confessa o SENHOR Jesus (Jo 1.35-51)
c. Tomé também confessou o SENHOR Jesus (Jo 20.19-31)
“Portanto vos quero fazer compreender que ninguém, falando pelo Espírito de Deus, diz: Jesus é anátema! e ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor! senão pelo Espírito Santo.” (I Cor 12.3)
IV. O HOMEM NÃO CONVERTIDO, QUANTO À PRÁTICA, NÃO PODE AGRADAR À DEUS.
a. A prática dos filhos de Eli (I Sm 2.12-17)
b. A prática de Nabe e Abiú (Nm 26.61)
c. A prática de Ananias e Safira (At. 5.1-16)
“e os que estão na carne não podem agradar a Deus.” (Rm 8.8)
V. O HOMEM NÃO CONVERTIDO, QUANTO AO CRÁTER, NÃO PODE PRODUZIR FRUTOS ESPIRITUAIS.
a. Os frutos da carne ( Gl 5.19-21)
b. O caráter de Caim (Gn 4.1-8)
“Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não permanecer na videira, assim também vós, se não permanecerdes em mim.” (Jo 15.4).
VI. O HOMEM NÃO CONVERTIDO, QUANTO À FÉ, NÃO PODE RECEBER O ESPÍRITO DA VERDADE.
“a saber, o Espírito da verdade, o qual o mundo não pode receber; porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque ele habita convosco, e estará em vós.” (Jo 14.17).
CONCLUZÃO:
Tudo isso acontece por causa da ausência Espírito Santo, ausência esta, que deixa o homem morto espiritualmente.
terça-feira, 20 de julho de 2010
DEZ COISAS QUE EU GOSTARIA QUE JESUS NUNCA TIVESSE DITO.
TEMA: ...DEZ COISAS QUE EU GOSTARIA QUE JESUS NUNCA TIVESSE DITO.
Texto - “4Todavia ninguém contenda, ninguém repreenda, porque o teu povo é como os que contendem com o sacerdote. 5 Por isso tropeçarás de dia, e o profeta contigo tropeçará de noite; e destruirei a tua mãe. 6 O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos.”
Nº1 Ao que te bater numa face, oferece também a outra; e ao que te arrancar o manto, não recuses a túnica.(Mat. 5:30 e 40).
“E, se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti, porque te é melhor que um dos teus membros se perca do que seja todo o teu corpo lançado no inferno. E, ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa; (Mat. 5:30 e 40).”
Nº 2 Dá a quem te pedir; e a quem tomar o que tens, não tornes a pedir (Mt 5:42).
“Dá a quem te pedir, e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes (Mt 5:42).”
Nº 3 Amai a vossos inimiogs e orai pelos que vos perseguem e maltratam, para serdes filhos do vosso Pai Celestial (Mt 5:44).
“Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; (Mt 5:44).”
Nº 4 Sede perfeitos, como é perfeito o vosso Pai Celestial (Mt 5:48).
“Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus. (Mt 5:48).”
Nº 5 Não julgueis, para não serdes julgados, pois, com o juízo com que julgardes sereis julgados; e com a medida com que medirdes, também vos medirão a vós (Mt 7:1 e 2).
“NÃO julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós (Mt 7:1 e 2).”
Nº 6 Sede misericordiosos, como também o vosso Pai é misericordioso (Lc 6:36).
“Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso (Lc 6:36).”
Nº 7 Aquele que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo (Lc 14:35).
“Nem presta para a terra, nem para o monturo; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça (Lc 14:35).”
Nº 8 “Porque eu vois dei o exemplo, para que como eu vos fiz assim façais vós também” (Jo 13:15).
“Depois deitou água numa bacia, e começou a lavar os pés aos discípulos, e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido.” (Jo 13:15)
Nº 9 O maior entre vós seja como o menor; e quem governa seja como quem serve (Lc 17:22).
“E disse aos discípulos: Dias virão em que desejareis ver um dos dias do Filho do homem, e não o vereis (Lc 17:22); E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um (Jo 17:22).”
Nº10 Um novo mandamento vou dou: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei (Jo 13:34).
“Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis (Jo 13:34).”
CONCLUSÃO
Que exemplo você está dando para a glorificação do reino de Deus? “Porque eu vois dei o exemplo, para que como eu vos fiz assim façais vós também” (Jo 13:15).
BIBLIOGRAFIA.
Bíblia de Estudo Pentecostal
KULIGIN, Victor.Dez coisa que eu gostaria que Jesus nunca tivesse dito. 1. ed.Rio de Janeiro: CPAD.
Texto - “4Todavia ninguém contenda, ninguém repreenda, porque o teu povo é como os que contendem com o sacerdote. 5 Por isso tropeçarás de dia, e o profeta contigo tropeçará de noite; e destruirei a tua mãe. 6 O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos.”
Nº1 Ao que te bater numa face, oferece também a outra; e ao que te arrancar o manto, não recuses a túnica.(Mat. 5:30 e 40).
“E, se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti, porque te é melhor que um dos teus membros se perca do que seja todo o teu corpo lançado no inferno. E, ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa; (Mat. 5:30 e 40).”
Nº 2 Dá a quem te pedir; e a quem tomar o que tens, não tornes a pedir (Mt 5:42).
“Dá a quem te pedir, e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes (Mt 5:42).”
Nº 3 Amai a vossos inimiogs e orai pelos que vos perseguem e maltratam, para serdes filhos do vosso Pai Celestial (Mt 5:44).
“Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; (Mt 5:44).”
Nº 4 Sede perfeitos, como é perfeito o vosso Pai Celestial (Mt 5:48).
“Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus. (Mt 5:48).”
Nº 5 Não julgueis, para não serdes julgados, pois, com o juízo com que julgardes sereis julgados; e com a medida com que medirdes, também vos medirão a vós (Mt 7:1 e 2).
“NÃO julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós (Mt 7:1 e 2).”
Nº 6 Sede misericordiosos, como também o vosso Pai é misericordioso (Lc 6:36).
“Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso (Lc 6:36).”
Nº 7 Aquele que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo (Lc 14:35).
“Nem presta para a terra, nem para o monturo; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça (Lc 14:35).”
Nº 8 “Porque eu vois dei o exemplo, para que como eu vos fiz assim façais vós também” (Jo 13:15).
“Depois deitou água numa bacia, e começou a lavar os pés aos discípulos, e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido.” (Jo 13:15)
Nº 9 O maior entre vós seja como o menor; e quem governa seja como quem serve (Lc 17:22).
“E disse aos discípulos: Dias virão em que desejareis ver um dos dias do Filho do homem, e não o vereis (Lc 17:22); E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um (Jo 17:22).”
Nº10 Um novo mandamento vou dou: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei (Jo 13:34).
“Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis (Jo 13:34).”
CONCLUSÃO
Que exemplo você está dando para a glorificação do reino de Deus? “Porque eu vois dei o exemplo, para que como eu vos fiz assim façais vós também” (Jo 13:15).
BIBLIOGRAFIA.
Bíblia de Estudo Pentecostal
KULIGIN, Victor.Dez coisa que eu gostaria que Jesus nunca tivesse dito. 1. ed.Rio de Janeiro: CPAD.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
OS PERIGOS DO DESVIO ESPIRITUAL
OS PERIGOS DO DESVIO ESPIRITUAL
TEXTO ÁUREO
"Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas"
(Jr 2.13).
VERDADE PRÁTICA
Não podemos compactuar com a apostasia. Ela tem de ser erradicada de entre o povo de Deus, para que não venhamos a perecer em nossos pecados.
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, reproduza a tabela abaixo no quadro-de-giz. Ela será útil para mostrar aos alunos, de modo resumido, o ambiente da época, a mensagem principal de Jeremias e sua importância.
Explique à classe que Jeremias foi enviado como profeta para repreender Judá por sua rebelião. O povo de Judá estava adorando outros deuses, embora tivessem sido instruídos pelo Senhor a respeito desse terrível pecado (Êx 20.3-6). Deus abomina a idolatria! Precisamos ter cuidado! Na atualidade, muitos "ídolos" tentam roubar nossa atenção do único e verdadeiro Deus. Diga aos alunos que precisamos estar atentos!
A MENSAGEM DE JEREMIAS
Ambiente da época
A sociedade estava se deteriorando econômica, política e espiritualmente.
As guerras dominavam o cenário mundial.
A Palavra de Deus era considerada ofensiva.
Mensagem principal
O arrependimento adiaria o iminente juízo de Judá executado pelas "mãos" da Babilônia.
Importância da mensagem
O arrependimento é uma das maiores necessidades em nosso mundo imoral.
As promessas de Deus para aqueles que são fiéis brilham vigorosamente, trazendo esperança para o amanhã e forças para hoje.
COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Palavra Chave: Apostasia
REFLEXÃO
Do gr. apostásis, afastamento, abandono premeditado e consciente da fé cristã.
"Estejamos preparados a fim de expor com ousadia e integridade todo o conselho de Deus" Claudionor de Andrade
Não obstante as reprimendas e protestos de Jeremias, os judeus continuavam a viver como se Deus não existisse. Escarneciam eles do Senhor, alegando que Ele não faz bem, nem mal. Do rei ao mais humilde dos súditos, achavam-se todos indiferentes ao Eterno e à sua Palavra. Em consequência de sua apostasia, seriam eles exilados de sua terra e passariam a viver insuportáveis provações. A advertência do profeta era não somente clara, mas explícita. Os judeus, porém, teimavam em seus pecados.
Será que não estamos incorrendo no mesmo erro?
Estamos nós vivendo como se Deus não existisse? Não terá chegado o momento de buscarmos um avivamento real e abrangente? Um avivamento que nos constranja a voltar à manjedoura, ao Calvário e ao cenáculo?
Neste domingo, veremos como o profeta repreendeu a apostasia que, irradiando-se de Jerusalém, contaminou a todos os filhos de Israel que viviam em Judá.
I. O QUE É A APOSTASIA
1. Definição. O termo apostasia é proveniente do vocábulo grego apostásis, que significa afastamento. É o abandono consciente e premeditado da fé que nos foi revelada por intermédio de Nosso Senhor Jesus Cristo (1 Tm 4.1). É o desvio que conduz à morte espiritual.
2. A apostasia de Israel. Constituiu-se esta, de um lado, no abandono do Único e Verdadeiro Deus, conforme revelado na Lei e nos Escritos Sagrados; e, do outro, no apego aos ídolos e aos costumes dos povos vizinhos.
II. UM BRADO CONTRA A APOSTASIA
Deus convocou Jeremias a fim de que bradasse contra a rebeldia da casa de Judá. Era a sua missão exortar o rei à obediência; conclamar os sacerdotes à santificação; desestimular os falsos profetas e alertar o povo quanto à desgraça que se avizinhava de suas fronteiras. A ordem do Senhor era mais do que explícita: "Vai e clama aos ouvidos de Jerusalém, dizendo: Assim diz o Senhor" (Jr 2.1,2). O profeta Jeremias haveria de:
1. Falar em nome do Senhor. Falaria ele em nome do Único e Verdadeiro Deus. Todo o Israel deveria reconhecer que Jeremias era, de fato, um autêntico profeta de Deus e não um mero crítico social. Como temos pregado a Palavra de Deus? Em nosso nome? Ou no nome de Cristo Jesus? À semelhança de Paulo, estejamos preparados a fim de expor com ousadia e integridade todo o conselho de Deus (At 20.7). Somente assim, teremos condições de erradicar a apostasia que ameaça a pureza da Igreja.
2. Ser autêntico e não politicamente correto. Este é o mal que atinge muitos pregadores: a síndrome do politicamente correto. Sacrificam a genuinidade do Evangelho no altar de interesses efêmeros e abomináveis. Jeremias, porém, fora chamado para ser autêntico. Tendo como único compromisso a proclamação da Palavra de Deus, ousou exortar o rei, os nobres e o povo.
Assumamos nossa posição como homens de Deus. Preguemos corajosamente a sua Palavra, ainda que isto venha a custar-nos a própria vida.
3. Anunciar ao povo a tragédia que os rondava. Do rei ao mais insignificante dos súditos, achavam todos que, apesar de seus muitos e grosseiros pecados, jamais seriam castigados pelo Senhor. Não eram israelitas? Não lhes pertenciam os pactos? Não estava o Santo Templo em sua terra? Por que seriam eles castigados por Deus? Jeremias, contudo, adverte-os: tal impunidade era ilusória. Se não se arrependessem, muito sofreriam sob o látego babilônico.
Temos falado a verdade à nossa geração? Ou a vimos iludindo com falácias e ilusões? Se não lhe falarmos de conformidade com a Palavra de Deus jamais veremos a alva (Is 8.20).
REFLEXÃO
SINOPSE DO TÓPICO (2)
"E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento [...]"
Romanos 12.2
Jeremias recebeu da parte do Senhor uma grande missão: profetizar às nações.
III. EM QUE CONSISTIA A APOSTASIA DE ISRAEL
Os filhos de Judá rebelaram-se contra o Senhor, esqueceram-se de todas as suas benignidades e voltaram-se para os ídolos. Na linguagem profética, equivalia isso a um divórcio entre a virgem filha de Sião e Jeová. Vejamos, pois, em que consistia a apostasia dos israelitas.
1. O afastamento de Jeová. De posse da Terra das Promissões, foram os filhos de Israel afastando-se de Deus e apegando-se aos ídolos das nações vizinhas. Diante da apostasia de seu povo, pergunta-lhes o Senhor: "Que injustiça acharam vossos pais em mim, para se afastarem de mim, indo após a vaidade e tornando-se levianos?" (Jr 2.5).
Que indagação pesarosa! Se Israel lhe era a possessão peculiar, e se do Senhor recebera tantas bênçãos, por que se desviou de seu Redentor? E, você, querido irmão? Por que deixou os caminhos do Senhor indo atrás de coisas vãs? Que mal fez-lhe Ele? Volte agora mesmo ao primeiro amor.
2. O esquecimento de Jeová. Os filhos de Israel não mais perguntavam por Jeová. Era como se o Todo-Poderoso, que os tirara com mão forte do Egito, não mais lhes representasse coisa alguma. Eles imaginavam que poderiam viver sem o seu Redentor (Jr 2.8). Será que o mesmo não acontece conosco? É hora de nos lembrarmos do primeiro amor! Se o crente não mais se importa com Deus, como poderá subsistir neste mundo de lutas e provações?
3. O desprezo pelas coisas divinas. Estas palavras não parecem ter sido escritas para a cristandade de nossos dias: "Houve alguma nação que trocasse os seus deuses, posto não serem deuses? Todavia, o meu povo trocou a sua glória pelo que é de nenhum proveito"? (Jr 2.11).
Se os filhos de Israel trocaram a glória de Deus pelos ídolos vãos, quantos de nós não estamos a trocar a simplicidade do Evangelho por teologias e modismos abomináveis que só trazem confusão e miséria espiritual. Urge voltarmos às origens do avivamento autenticamente pentecostal.
CONCLUSÃO
Os filhos de Judá caíram na apostasia. Desviaram-se do Senhor, correndo atrás de coisas efêmeras. A Palavra de Deus alerta-nos: "Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios" (1Tm 4.1).
Zelemos pela sã doutrina. E que nada nos desvie de Nosso Senhor Jesus Cristo. Em breve virá Ele buscar a sua Igreja. Se não estivermos preparados, como subsistiremos nesse grande dia?
VOCABULÁRIO
Látego: Açoite, castigo.
Efêmero: Passageiro, de pouca duração.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
HENRY, Matthew. Comentário Bíblico de. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2002.
RICHARDS, Lawrence O. Guia do leitor da Bíblia. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, http://www.escoladominical.org.br/
SAIBA MAIS
Revista Ensinador Cristão, CPAD, no 42, p. 37.
TEXTO ÁUREO
"Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas"
(Jr 2.13).
VERDADE PRÁTICA
Não podemos compactuar com a apostasia. Ela tem de ser erradicada de entre o povo de Deus, para que não venhamos a perecer em nossos pecados.
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, reproduza a tabela abaixo no quadro-de-giz. Ela será útil para mostrar aos alunos, de modo resumido, o ambiente da época, a mensagem principal de Jeremias e sua importância.
Explique à classe que Jeremias foi enviado como profeta para repreender Judá por sua rebelião. O povo de Judá estava adorando outros deuses, embora tivessem sido instruídos pelo Senhor a respeito desse terrível pecado (Êx 20.3-6). Deus abomina a idolatria! Precisamos ter cuidado! Na atualidade, muitos "ídolos" tentam roubar nossa atenção do único e verdadeiro Deus. Diga aos alunos que precisamos estar atentos!
A MENSAGEM DE JEREMIAS
Ambiente da época
A sociedade estava se deteriorando econômica, política e espiritualmente.
As guerras dominavam o cenário mundial.
A Palavra de Deus era considerada ofensiva.
Mensagem principal
O arrependimento adiaria o iminente juízo de Judá executado pelas "mãos" da Babilônia.
Importância da mensagem
O arrependimento é uma das maiores necessidades em nosso mundo imoral.
As promessas de Deus para aqueles que são fiéis brilham vigorosamente, trazendo esperança para o amanhã e forças para hoje.
COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Palavra Chave: Apostasia
REFLEXÃO
Do gr. apostásis, afastamento, abandono premeditado e consciente da fé cristã.
"Estejamos preparados a fim de expor com ousadia e integridade todo o conselho de Deus" Claudionor de Andrade
Não obstante as reprimendas e protestos de Jeremias, os judeus continuavam a viver como se Deus não existisse. Escarneciam eles do Senhor, alegando que Ele não faz bem, nem mal. Do rei ao mais humilde dos súditos, achavam-se todos indiferentes ao Eterno e à sua Palavra. Em consequência de sua apostasia, seriam eles exilados de sua terra e passariam a viver insuportáveis provações. A advertência do profeta era não somente clara, mas explícita. Os judeus, porém, teimavam em seus pecados.
Será que não estamos incorrendo no mesmo erro?
Estamos nós vivendo como se Deus não existisse? Não terá chegado o momento de buscarmos um avivamento real e abrangente? Um avivamento que nos constranja a voltar à manjedoura, ao Calvário e ao cenáculo?
Neste domingo, veremos como o profeta repreendeu a apostasia que, irradiando-se de Jerusalém, contaminou a todos os filhos de Israel que viviam em Judá.
I. O QUE É A APOSTASIA
1. Definição. O termo apostasia é proveniente do vocábulo grego apostásis, que significa afastamento. É o abandono consciente e premeditado da fé que nos foi revelada por intermédio de Nosso Senhor Jesus Cristo (1 Tm 4.1). É o desvio que conduz à morte espiritual.
2. A apostasia de Israel. Constituiu-se esta, de um lado, no abandono do Único e Verdadeiro Deus, conforme revelado na Lei e nos Escritos Sagrados; e, do outro, no apego aos ídolos e aos costumes dos povos vizinhos.
II. UM BRADO CONTRA A APOSTASIA
Deus convocou Jeremias a fim de que bradasse contra a rebeldia da casa de Judá. Era a sua missão exortar o rei à obediência; conclamar os sacerdotes à santificação; desestimular os falsos profetas e alertar o povo quanto à desgraça que se avizinhava de suas fronteiras. A ordem do Senhor era mais do que explícita: "Vai e clama aos ouvidos de Jerusalém, dizendo: Assim diz o Senhor" (Jr 2.1,2). O profeta Jeremias haveria de:
1. Falar em nome do Senhor. Falaria ele em nome do Único e Verdadeiro Deus. Todo o Israel deveria reconhecer que Jeremias era, de fato, um autêntico profeta de Deus e não um mero crítico social. Como temos pregado a Palavra de Deus? Em nosso nome? Ou no nome de Cristo Jesus? À semelhança de Paulo, estejamos preparados a fim de expor com ousadia e integridade todo o conselho de Deus (At 20.7). Somente assim, teremos condições de erradicar a apostasia que ameaça a pureza da Igreja.
2. Ser autêntico e não politicamente correto. Este é o mal que atinge muitos pregadores: a síndrome do politicamente correto. Sacrificam a genuinidade do Evangelho no altar de interesses efêmeros e abomináveis. Jeremias, porém, fora chamado para ser autêntico. Tendo como único compromisso a proclamação da Palavra de Deus, ousou exortar o rei, os nobres e o povo.
Assumamos nossa posição como homens de Deus. Preguemos corajosamente a sua Palavra, ainda que isto venha a custar-nos a própria vida.
3. Anunciar ao povo a tragédia que os rondava. Do rei ao mais insignificante dos súditos, achavam todos que, apesar de seus muitos e grosseiros pecados, jamais seriam castigados pelo Senhor. Não eram israelitas? Não lhes pertenciam os pactos? Não estava o Santo Templo em sua terra? Por que seriam eles castigados por Deus? Jeremias, contudo, adverte-os: tal impunidade era ilusória. Se não se arrependessem, muito sofreriam sob o látego babilônico.
Temos falado a verdade à nossa geração? Ou a vimos iludindo com falácias e ilusões? Se não lhe falarmos de conformidade com a Palavra de Deus jamais veremos a alva (Is 8.20).
REFLEXÃO
SINOPSE DO TÓPICO (2)
"E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento [...]"
Romanos 12.2
Jeremias recebeu da parte do Senhor uma grande missão: profetizar às nações.
III. EM QUE CONSISTIA A APOSTASIA DE ISRAEL
Os filhos de Judá rebelaram-se contra o Senhor, esqueceram-se de todas as suas benignidades e voltaram-se para os ídolos. Na linguagem profética, equivalia isso a um divórcio entre a virgem filha de Sião e Jeová. Vejamos, pois, em que consistia a apostasia dos israelitas.
1. O afastamento de Jeová. De posse da Terra das Promissões, foram os filhos de Israel afastando-se de Deus e apegando-se aos ídolos das nações vizinhas. Diante da apostasia de seu povo, pergunta-lhes o Senhor: "Que injustiça acharam vossos pais em mim, para se afastarem de mim, indo após a vaidade e tornando-se levianos?" (Jr 2.5).
Que indagação pesarosa! Se Israel lhe era a possessão peculiar, e se do Senhor recebera tantas bênçãos, por que se desviou de seu Redentor? E, você, querido irmão? Por que deixou os caminhos do Senhor indo atrás de coisas vãs? Que mal fez-lhe Ele? Volte agora mesmo ao primeiro amor.
2. O esquecimento de Jeová. Os filhos de Israel não mais perguntavam por Jeová. Era como se o Todo-Poderoso, que os tirara com mão forte do Egito, não mais lhes representasse coisa alguma. Eles imaginavam que poderiam viver sem o seu Redentor (Jr 2.8). Será que o mesmo não acontece conosco? É hora de nos lembrarmos do primeiro amor! Se o crente não mais se importa com Deus, como poderá subsistir neste mundo de lutas e provações?
3. O desprezo pelas coisas divinas. Estas palavras não parecem ter sido escritas para a cristandade de nossos dias: "Houve alguma nação que trocasse os seus deuses, posto não serem deuses? Todavia, o meu povo trocou a sua glória pelo que é de nenhum proveito"? (Jr 2.11).
Se os filhos de Israel trocaram a glória de Deus pelos ídolos vãos, quantos de nós não estamos a trocar a simplicidade do Evangelho por teologias e modismos abomináveis que só trazem confusão e miséria espiritual. Urge voltarmos às origens do avivamento autenticamente pentecostal.
CONCLUSÃO
Os filhos de Judá caíram na apostasia. Desviaram-se do Senhor, correndo atrás de coisas efêmeras. A Palavra de Deus alerta-nos: "Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios" (1Tm 4.1).
Zelemos pela sã doutrina. E que nada nos desvie de Nosso Senhor Jesus Cristo. Em breve virá Ele buscar a sua Igreja. Se não estivermos preparados, como subsistiremos nesse grande dia?
VOCABULÁRIO
Látego: Açoite, castigo.
Efêmero: Passageiro, de pouca duração.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
HENRY, Matthew. Comentário Bíblico de. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2002.
RICHARDS, Lawrence O. Guia do leitor da Bíblia. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, http://www.escoladominical.org.br/
SAIBA MAIS
Revista Ensinador Cristão, CPAD, no 42, p. 37.
terça-feira, 30 de março de 2010
A CELEBRAÇÃO DA PÁSCOA
A CELEBRAÇÃO DA PÁSCOA
Textos: Êxodo - 12 - 21: 27
21 Chamou pois Moisés a todos os anciãos de Israel, e disse-lhes: Escolhei e tomai vós cordeiros para vossas famílias, e sacrificai a páscoa.
22 Então tomai um molho de hissopo, e molhai-o no sangue que estiver na bacia, e passai-o na verga da porta, e em ambas as ombreiras, do sangue que estiver na bacia; porém nenhum de vós saia da porta da sua casa até à manhã.
23 Porque o SENHOR passará para ferir aos egípcios, porém quando vir o sangue na verga da porta, e em ambas as ombreiras, o SENHOR passará aquela porta, e não deixará o destruidor entrar em vossas casas, para vos ferir.
24 Portanto guardai isto por estatuto para vós, e para vossos filhos para sempre.
25 E acontecerá que, quando entrardes na terra que o SENHOR vos dará, como tem dito, guardareis este culto.
26 E acontecerá que, quando vossos filhos vos disserem: Que culto é este?
27 Então direis: Este é o sacrifício da páscoa ao SENHOR, que passou as casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu aos egípcios, e livrou as nossas casas. Então o povo inclinou-se, e adorou.
MATEUS 26:17-18, 26-29.
17 E, no primeiro dia da festa dos pães ázimos, chegaram os discípulos junto de Jesus, dizendo: Onde queres que façamos os preparativos para comeres a páscoa?
18 E ele disse: Ide à cidade, a um certo homem, e dizei-lhe: O Mestre diz: O meu tempo está próximo; em tua casa celebrarei a páscoa com os meus discípulos.
19 E os discípulos fizeram como Jesus lhes ordenara, e prepararam a páscoa.
20 E, chegada a tarde, assentou-se à mesa com os doze.
21 E, comendo eles, disse: Em verdade vos digo que um de vós me há de trair.
22 E eles, entristecendo-se muito, começaram cada um a dizer-lhe: Porventura sou eu, SENHOR?
23 E ele, respondendo, disse: O que põe comigo a mão no prato, esse me há de trair.
24 Em verdade o Filho do homem vai, como acerca dele está escrito, mas ai daquele homem por quem o Filho do homem é traído! Bom seria para esse homem se não houvera nascido.
25 E, respondendo Judas, o que o traía, disse: Porventura sou eu, Rabi? Ele disse: Tu o disseste.
26 E, quando comiam, Jesus tomou o pão, e abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo.
27 E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos;
28 Porque isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados.
29 E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide, até aquele dia em que o beba novo convosco no reino de meu Pai.
30 E, tendo cantado o hino, saíram para o Monte das Oliveiras.
1. A Nação de ISRAEL ainda era apenas um povo escravizado no EGITO, quando MOISÉS foi enviado por DEUS para libertar o seu povo daquela escravidão.
2. O Faraó Ramsés, (possivelmente) obviamente não quis perder o braço escravo daquele povo e não permitiu a saída dos HEBREUS.
3. Diz o relato Bíblico que o DEUS “IAVÉ” começou então uma série de manifestações sobrenaturais para revelar-se, não só ao seu próprio povo (nascido da geração de seu escolhido: ABRAÃO), mas também para tornar-se conhecido de todos os povos da terra de então.
4. E depois de enviar várias pragas, ou manifestações sobrenaturais na vida daquele povo, e, para culminar os atos poderosos e forçar o Faraó Ramsés (possivelmente) a libertar o povo, DEUS IAVÉ manda MOISÉS anunciar a morte de todo primogênito na terra do Egito.
*AS PRAGAS* *REFERÊNCIA* *DIVINDADE EGÍPCIA ANTIGA*
Águas se formaram em sangue Êxodo 7.14-25
Knum: guardião do Nilo; Haspi: espírito do Nilo; Osiris: O Nilo era seu sangue.
Rãs Êxodo 8.1-15 Hect: com aspecto de rã; deus da ressurreição
Piolho Êxodo 8.1-19 -
Moscas Êxodo 9.20-32 -
Peste nos Animais
Êxodo 9.1-7
Hator: deusa-mãe com forma de vaca; Apis: o touro do deus; Ptá: Símbolo da fertilidade; Mnevis: touro sagrado de Heliópolis
Úlceras Êxodo 9.8-12 *Imotep: deus da medicina
Chuva de Pedras Êxodo 9.13-25 Nut: deusa do céu; Ísis: deusa da vida; Set: protetor das colheitas
Gafanhotos Êxodo 10.1-20 Isis: deusa da vida; Set: protetor das colheitas
Trevas Êxodo 10.21-29 Rá, Aten, Atum, Horus: todos deuses do sol
Morte dos Primogênitos Êxodo 11.1-12,36 Osiris: A divindade de Faraó; o doador da vida
5. E para proteção dos primogênitos israelitas, DEUS instituiu o método pelo qual estariam livres da morte: Cada família deveria matar um cordeiro sem defeito físico, pegar um feixe de ramos molhar no sangue que estivesse na bacia usada para sangrar o animal e passar o sangue no alto e nos lados da porta da casa.
6. E assim quando o anjo da morte passasse para matar os primogênitos dos egípcios e encontrasse o sangue na porta, o anjo passaria adiante, passaria por cima e não mataria os filhos dos israelitas. E seguindo, pois esta orientação de DEUS toda a nação de Israel foi salva e liberta das mãos de Faraó Ramsés! (possivelmente).
7. Por isso no v. 25 temos aqui a instituição, a criação da PÁSCOA: “E quando estiverem morando na terra que o Senhor vai dar a vocês, como prometeu, continuem fazendo essa comemoração. E quando seus filhos perguntarem: Que comemoração é essa? Respondam: É o sacrifício da páscoa do Senhor. Isso faz lembrar que o Senhor passou por cima das casas dos israelitas no Egito. Foi quando Ele fez destruição nas casas dos egípcios, mas não tocou nas casas do nosso povo”.
8. Mais tarde, ........ quando JESUS veio ao mundo enviado pelo mesmo DEUS IAVÉ, a exemplo de MOISÉS que fora enviado ao povo HEBREU, Ele JESUS, foi apresentado como o “...Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1:29), ou seja, JESUS foi identificado com o mesmo cordeiro da “Páscoa Judaica”, que a exemplo daquele, foi morto para que todos aqueles que NELE crer não pereça mas tenha vida eterna!(Jo 3.16)
9. Então na verdade, JESUS hoje é a nossa PÁSCOA! JESUS vem substituir a “Páscoa Judaica”. No Evangelho de Mateus, capítulo 26 é narrada a celebração da última páscoa em que JESUS participou com seus discípulos e a partir do v. 26 está a instituição da páscoa pelo Senhor Jesus, oferecendo sua vida, simbolicamente representada pelo PÃO (sua carne) e pelo VINHO (seu sangue), que ELE derramaria no calvário pelo meu pecado e pelo seu pecado!
10. Por isso, irmãos e amigos a PÁSCOA tem como definição: “UMA FESTA RELIGIOSA em que os JUDEUS comemoram a libertação da escravidão do Egito, sob o comando de Moisés” e, “UMA FESTA RELIGIOSA em que os CRISTÃOS comemoram a ressurreição de CRISTO que é a razão da nossa fé!”.
11. A palavra “PÁSCOA” vem da palavra hebraica que significa “PASSAGEM”. O anjo da morte passou por cima, não entrou nas casas e preservou a vida dos filhos dos Israelitas.
12. E dentro do contexto espiritual do que JESUS fez, a PÁSCOA significa passagem da morte para vida; passagem de DEUS para nos salvar; passagem da escravidão para a liberdade; passagem para um nova vida; passagem para um novo céu e uma nova terra.... - ESTE É O VERDADEIRO SIGNIFICADO DA PÁSCOA!
13. E fazemos questão de enfatizar isso porque estamos vendo o mundo criando as suas próprias “páscoas”. O que estamos vendo por ai é a criação de uma “páscoa” criminosamente inventada, para nos desviar do significado da verdadeira PÁSCOA! E a invenção dessa “páscoa” mundana esta desviando a humanidade de ser livre da morte eterna que é substituída pelo sacrifício de JESUS naquela cruz. E assim nós temos por aí a “páscoa dos coelhos”, a “páscoa dos ovos de chocolate”, que na verdade nada lembram a salvação da qual DEUS nos tem feito dignos. “Páscoas” que estão desviando nossas crianças e adultos do verdadeiro sentido da mesma, não deixando que a humanidade veja que estão perdidos e necessitados de alguém que os substitua na morte. A PÁSCOA que estamos vendo por aí é uma mensagem de que tudo parece estar muito bem, ninguém com pecado a confessar, ninguém necessitado de um Salvador ... mas apenas aguardando uma festa distanciada do verdadeiro cristianismo!
14. Portanto, comemorar a PÁSCOA significa entender de mente, corpo e alma, que no centro da experiência da ressurreição está a cruz e o sacrifício. Significa festejar a NOVA VIDA que o sacrifício redentor de JESUS nos garante.
15. Por isso quero esta noite relembrar com você qual a razão de estarmos aqui celebrando a PÁSCOA CRISTÃ: Somos informado pela PALAVRA DE DEUS, a BÍBLIA SAGRADA, que na Sexta-Feira, JESUS foi pregado na cruz do Calvário e ali vilipendiado, humilhado e perfurado. Morreu como um ladrão. Aparentemente um final trágico....
16. Mas diz o texto bíblico porém.. que três dias depois, ELE foi em glória devolvido da morte... Ressurgiu dos mortos, tornou-se vitorioso sobre o inimigo e está vivo para reinar para todo sempre!
17. Assim podemos imaginar que no interior daquele túmulo ocorria algo jamais sonhado pelo homem. Aquele corpo jazia inerte, sem vida, porque JESUS realmente estava morto. .... Mas agora o seu espírito retorna ao sepulcro e nada pode resistir a esse poder!
18. Subitamente o corpo se sentou, colocou-se de pé. Estava transformado. Agora JESUS era um homem imortal. Nova vida transbordava de cada célula. Cada célula estava espiritualizada. A vida celestial permeava todo aquele corpo .... era a VIDA ETERNA que não está sujeita à qualquer dissolução!
19. O tempo e o espaço não eram mais barreiras. JESUS saiu, as rochas não o impediram disso, porquanto ELE agora pertencia a uma nova dimensão da existência.... estava totalmente transformado.
20. Por isso agora o túmulo é o drama sagrado da alma humana. MORTE? .... a morte não mata! JESUS ressuscitou com um corpo renovado e da mesma forma todos os crentes em Jesus Cristo terão um corpo glorioso e serão como ELE, assim como diz em I JOÃO 3:2: “...Quando ELE se manifestar, seremos semelhantes a ELE”.
21. Por isso a palavra de JESUS (O DEUS VIVO CONOSCO) precisa sempre ecoar em nossos corações: “Eu sou o caminho a verdade e a vida, ninguém vai ao PAI senão por mim”. (João 14:6). - “Vinde a mim todos os que estão cansados e oprimidos e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mt. 11:28-30). - “Eu sou a ressurreição e a vida, quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (João 11:25)
22. Eu quero agora me dirigir a você que se encontra frustrado, sentindo-se derrotado, atravessando pressões financeiras, crises no casamento, com a profissão fadada a não progredir, você que está aflito emocionalmente, você que não tem certeza quanto ao seu futuro espiritual, você cujo coração há um vazio do tamanho de JESUS, você que tem vivido momentos de dor, tristeza, medo, depressão:
23. NÃO SE ESQUEÇA DOS DOIS MAIORES CONTRASTES DAS PÁGINAS DA HISTÓRIA HUMANA: A CRUZ DO CALVÁRIO (que simboliza dor, tristeza, sofrimento e tudo isso que eventualmente você pode estar vivendo), e o TÚMULO VAZIO (que nos retrata a vitória, a esperança, a certeza, a convicção, a paz, a estrutura emocional...)
24. A ressurreição de JESUS implica em que o quadro de DEUS, onde os acontecimentos se sucedem, é imensamente maior que o seu, e que a visão de DEUS possui alcance imensuravelmente maior que a sua visão....
25. Que você seja encorajado esta noite a crer que o poder que ressuscitou a JESUS CRISTO da morte, é o mesmo poder que pode habitar em você neste momento, e irá capacita-lo a enfrentar as dificuldades e as circunstâncias da vida. Amém.
Textos: Êxodo - 12 - 21: 27
21 Chamou pois Moisés a todos os anciãos de Israel, e disse-lhes: Escolhei e tomai vós cordeiros para vossas famílias, e sacrificai a páscoa.
22 Então tomai um molho de hissopo, e molhai-o no sangue que estiver na bacia, e passai-o na verga da porta, e em ambas as ombreiras, do sangue que estiver na bacia; porém nenhum de vós saia da porta da sua casa até à manhã.
23 Porque o SENHOR passará para ferir aos egípcios, porém quando vir o sangue na verga da porta, e em ambas as ombreiras, o SENHOR passará aquela porta, e não deixará o destruidor entrar em vossas casas, para vos ferir.
24 Portanto guardai isto por estatuto para vós, e para vossos filhos para sempre.
25 E acontecerá que, quando entrardes na terra que o SENHOR vos dará, como tem dito, guardareis este culto.
26 E acontecerá que, quando vossos filhos vos disserem: Que culto é este?
27 Então direis: Este é o sacrifício da páscoa ao SENHOR, que passou as casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu aos egípcios, e livrou as nossas casas. Então o povo inclinou-se, e adorou.
MATEUS 26:17-18, 26-29.
17 E, no primeiro dia da festa dos pães ázimos, chegaram os discípulos junto de Jesus, dizendo: Onde queres que façamos os preparativos para comeres a páscoa?
18 E ele disse: Ide à cidade, a um certo homem, e dizei-lhe: O Mestre diz: O meu tempo está próximo; em tua casa celebrarei a páscoa com os meus discípulos.
19 E os discípulos fizeram como Jesus lhes ordenara, e prepararam a páscoa.
20 E, chegada a tarde, assentou-se à mesa com os doze.
21 E, comendo eles, disse: Em verdade vos digo que um de vós me há de trair.
22 E eles, entristecendo-se muito, começaram cada um a dizer-lhe: Porventura sou eu, SENHOR?
23 E ele, respondendo, disse: O que põe comigo a mão no prato, esse me há de trair.
24 Em verdade o Filho do homem vai, como acerca dele está escrito, mas ai daquele homem por quem o Filho do homem é traído! Bom seria para esse homem se não houvera nascido.
25 E, respondendo Judas, o que o traía, disse: Porventura sou eu, Rabi? Ele disse: Tu o disseste.
26 E, quando comiam, Jesus tomou o pão, e abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo.
27 E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos;
28 Porque isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados.
29 E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide, até aquele dia em que o beba novo convosco no reino de meu Pai.
30 E, tendo cantado o hino, saíram para o Monte das Oliveiras.
1. A Nação de ISRAEL ainda era apenas um povo escravizado no EGITO, quando MOISÉS foi enviado por DEUS para libertar o seu povo daquela escravidão.
2. O Faraó Ramsés, (possivelmente) obviamente não quis perder o braço escravo daquele povo e não permitiu a saída dos HEBREUS.
3. Diz o relato Bíblico que o DEUS “IAVÉ” começou então uma série de manifestações sobrenaturais para revelar-se, não só ao seu próprio povo (nascido da geração de seu escolhido: ABRAÃO), mas também para tornar-se conhecido de todos os povos da terra de então.
4. E depois de enviar várias pragas, ou manifestações sobrenaturais na vida daquele povo, e, para culminar os atos poderosos e forçar o Faraó Ramsés (possivelmente) a libertar o povo, DEUS IAVÉ manda MOISÉS anunciar a morte de todo primogênito na terra do Egito.
*AS PRAGAS* *REFERÊNCIA* *DIVINDADE EGÍPCIA ANTIGA*
Águas se formaram em sangue Êxodo 7.14-25
Knum: guardião do Nilo; Haspi: espírito do Nilo; Osiris: O Nilo era seu sangue.
Rãs Êxodo 8.1-15 Hect: com aspecto de rã; deus da ressurreição
Piolho Êxodo 8.1-19 -
Moscas Êxodo 9.20-32 -
Peste nos Animais
Êxodo 9.1-7
Hator: deusa-mãe com forma de vaca; Apis: o touro do deus; Ptá: Símbolo da fertilidade; Mnevis: touro sagrado de Heliópolis
Úlceras Êxodo 9.8-12 *Imotep: deus da medicina
Chuva de Pedras Êxodo 9.13-25 Nut: deusa do céu; Ísis: deusa da vida; Set: protetor das colheitas
Gafanhotos Êxodo 10.1-20 Isis: deusa da vida; Set: protetor das colheitas
Trevas Êxodo 10.21-29 Rá, Aten, Atum, Horus: todos deuses do sol
Morte dos Primogênitos Êxodo 11.1-12,36 Osiris: A divindade de Faraó; o doador da vida
5. E para proteção dos primogênitos israelitas, DEUS instituiu o método pelo qual estariam livres da morte: Cada família deveria matar um cordeiro sem defeito físico, pegar um feixe de ramos molhar no sangue que estivesse na bacia usada para sangrar o animal e passar o sangue no alto e nos lados da porta da casa.
6. E assim quando o anjo da morte passasse para matar os primogênitos dos egípcios e encontrasse o sangue na porta, o anjo passaria adiante, passaria por cima e não mataria os filhos dos israelitas. E seguindo, pois esta orientação de DEUS toda a nação de Israel foi salva e liberta das mãos de Faraó Ramsés! (possivelmente).
7. Por isso no v. 25 temos aqui a instituição, a criação da PÁSCOA: “E quando estiverem morando na terra que o Senhor vai dar a vocês, como prometeu, continuem fazendo essa comemoração. E quando seus filhos perguntarem: Que comemoração é essa? Respondam: É o sacrifício da páscoa do Senhor. Isso faz lembrar que o Senhor passou por cima das casas dos israelitas no Egito. Foi quando Ele fez destruição nas casas dos egípcios, mas não tocou nas casas do nosso povo”.
8. Mais tarde, ........ quando JESUS veio ao mundo enviado pelo mesmo DEUS IAVÉ, a exemplo de MOISÉS que fora enviado ao povo HEBREU, Ele JESUS, foi apresentado como o “...Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1:29), ou seja, JESUS foi identificado com o mesmo cordeiro da “Páscoa Judaica”, que a exemplo daquele, foi morto para que todos aqueles que NELE crer não pereça mas tenha vida eterna!(Jo 3.16)
9. Então na verdade, JESUS hoje é a nossa PÁSCOA! JESUS vem substituir a “Páscoa Judaica”. No Evangelho de Mateus, capítulo 26 é narrada a celebração da última páscoa em que JESUS participou com seus discípulos e a partir do v. 26 está a instituição da páscoa pelo Senhor Jesus, oferecendo sua vida, simbolicamente representada pelo PÃO (sua carne) e pelo VINHO (seu sangue), que ELE derramaria no calvário pelo meu pecado e pelo seu pecado!
10. Por isso, irmãos e amigos a PÁSCOA tem como definição: “UMA FESTA RELIGIOSA em que os JUDEUS comemoram a libertação da escravidão do Egito, sob o comando de Moisés” e, “UMA FESTA RELIGIOSA em que os CRISTÃOS comemoram a ressurreição de CRISTO que é a razão da nossa fé!”.
11. A palavra “PÁSCOA” vem da palavra hebraica que significa “PASSAGEM”. O anjo da morte passou por cima, não entrou nas casas e preservou a vida dos filhos dos Israelitas.
12. E dentro do contexto espiritual do que JESUS fez, a PÁSCOA significa passagem da morte para vida; passagem de DEUS para nos salvar; passagem da escravidão para a liberdade; passagem para um nova vida; passagem para um novo céu e uma nova terra.... - ESTE É O VERDADEIRO SIGNIFICADO DA PÁSCOA!
13. E fazemos questão de enfatizar isso porque estamos vendo o mundo criando as suas próprias “páscoas”. O que estamos vendo por ai é a criação de uma “páscoa” criminosamente inventada, para nos desviar do significado da verdadeira PÁSCOA! E a invenção dessa “páscoa” mundana esta desviando a humanidade de ser livre da morte eterna que é substituída pelo sacrifício de JESUS naquela cruz. E assim nós temos por aí a “páscoa dos coelhos”, a “páscoa dos ovos de chocolate”, que na verdade nada lembram a salvação da qual DEUS nos tem feito dignos. “Páscoas” que estão desviando nossas crianças e adultos do verdadeiro sentido da mesma, não deixando que a humanidade veja que estão perdidos e necessitados de alguém que os substitua na morte. A PÁSCOA que estamos vendo por aí é uma mensagem de que tudo parece estar muito bem, ninguém com pecado a confessar, ninguém necessitado de um Salvador ... mas apenas aguardando uma festa distanciada do verdadeiro cristianismo!
14. Portanto, comemorar a PÁSCOA significa entender de mente, corpo e alma, que no centro da experiência da ressurreição está a cruz e o sacrifício. Significa festejar a NOVA VIDA que o sacrifício redentor de JESUS nos garante.
15. Por isso quero esta noite relembrar com você qual a razão de estarmos aqui celebrando a PÁSCOA CRISTÃ: Somos informado pela PALAVRA DE DEUS, a BÍBLIA SAGRADA, que na Sexta-Feira, JESUS foi pregado na cruz do Calvário e ali vilipendiado, humilhado e perfurado. Morreu como um ladrão. Aparentemente um final trágico....
16. Mas diz o texto bíblico porém.. que três dias depois, ELE foi em glória devolvido da morte... Ressurgiu dos mortos, tornou-se vitorioso sobre o inimigo e está vivo para reinar para todo sempre!
17. Assim podemos imaginar que no interior daquele túmulo ocorria algo jamais sonhado pelo homem. Aquele corpo jazia inerte, sem vida, porque JESUS realmente estava morto. .... Mas agora o seu espírito retorna ao sepulcro e nada pode resistir a esse poder!
18. Subitamente o corpo se sentou, colocou-se de pé. Estava transformado. Agora JESUS era um homem imortal. Nova vida transbordava de cada célula. Cada célula estava espiritualizada. A vida celestial permeava todo aquele corpo .... era a VIDA ETERNA que não está sujeita à qualquer dissolução!
19. O tempo e o espaço não eram mais barreiras. JESUS saiu, as rochas não o impediram disso, porquanto ELE agora pertencia a uma nova dimensão da existência.... estava totalmente transformado.
20. Por isso agora o túmulo é o drama sagrado da alma humana. MORTE? .... a morte não mata! JESUS ressuscitou com um corpo renovado e da mesma forma todos os crentes em Jesus Cristo terão um corpo glorioso e serão como ELE, assim como diz em I JOÃO 3:2: “...Quando ELE se manifestar, seremos semelhantes a ELE”.
21. Por isso a palavra de JESUS (O DEUS VIVO CONOSCO) precisa sempre ecoar em nossos corações: “Eu sou o caminho a verdade e a vida, ninguém vai ao PAI senão por mim”. (João 14:6). - “Vinde a mim todos os que estão cansados e oprimidos e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mt. 11:28-30). - “Eu sou a ressurreição e a vida, quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (João 11:25)
22. Eu quero agora me dirigir a você que se encontra frustrado, sentindo-se derrotado, atravessando pressões financeiras, crises no casamento, com a profissão fadada a não progredir, você que está aflito emocionalmente, você que não tem certeza quanto ao seu futuro espiritual, você cujo coração há um vazio do tamanho de JESUS, você que tem vivido momentos de dor, tristeza, medo, depressão:
23. NÃO SE ESQUEÇA DOS DOIS MAIORES CONTRASTES DAS PÁGINAS DA HISTÓRIA HUMANA: A CRUZ DO CALVÁRIO (que simboliza dor, tristeza, sofrimento e tudo isso que eventualmente você pode estar vivendo), e o TÚMULO VAZIO (que nos retrata a vitória, a esperança, a certeza, a convicção, a paz, a estrutura emocional...)
24. A ressurreição de JESUS implica em que o quadro de DEUS, onde os acontecimentos se sucedem, é imensamente maior que o seu, e que a visão de DEUS possui alcance imensuravelmente maior que a sua visão....
25. Que você seja encorajado esta noite a crer que o poder que ressuscitou a JESUS CRISTO da morte, é o mesmo poder que pode habitar em você neste momento, e irá capacita-lo a enfrentar as dificuldades e as circunstâncias da vida. Amém.
quarta-feira, 17 de março de 2010
VISÕES E REVELAÇÕES DO SENHOR
VISÕES E REVELAÇÕES DO SENHOR
INTRODUÇÃO
As experiências com o Senhor é algo de suma importância na vida cristã. A experiência com Deus, faz com que o
homem, mesmo estando diante de grandes dificuldades, permaneça de pé. Foi assim com o apóstolo Paulo: suas visões e
revelações recebidas da parte de Deus, muitas vezes atuaram como uma âncora da alma. Vejamos o que o apóstolo diz
neste texto: “Por isso, ó rei Agripa, não fui desobediente à “visão”celestial” (At 26. 19).
I – A GLÓRIA PASSAGEIRA DE SUA BIOGRAFIA
Mais do que nunca, Paulo tinhas seus motivos para se exaltar, porém, não é o que vemos nas palavras do
apóstolo: “Se convém gloriar-me, gloriar-me-ei no que diz respeito à minha fraqueza” (II Co 11. 30). Paulo, neste
versículo, termina a longa lista de dificuldades e sofrimentos que o assaltavam, enfatizando as suas debilidades e fazendo
delas a sua glória; pois sabia que, ao assim falar, a glória realmente deveria ser atribuída ao Senhor Jesus Cristo, por meio
de quem toda energia divina lhe era conferida, tornado-o capaz de suas realizações apostólicas. Assim sendo, apesar dele
ter sido capaz de dizer que trabalhara mais abundantemente do que todos eles, incluindo até mesmo os verdadeiros
apóstolos (o que seus oponentes de corinto não eram), todavia, esse labor fora realizado através da graça de Deus em sua
vida. “Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã, antes trabalhei muito mais do que
todos eles; todavia não eu, mas a graça de Deus, que está comigo”. (IICo 15. 10)
1.1 Uma glória passageira. “O homem, nascido da mulher, é de poucos dias e farto de inquietação. Sai como a flor, e
murcha; foge também como a sombra, e não permanece. Visto que os seus dias estão determinados, contigo está o
número dos seus meses; e tu lhe puseste limites, e não passará além deles” (Jó 14.1-2,4). Paulo, sem dúvida, conhecia
bem de perto esta verdade, e jamais ele iria cair na tentação de pensar ser ele algo ou alguém, além daquilo que Deus
havia determinado. “E por derradeiro de todos me apareceu também a mim, como a um abortivo. Porque eu sou o
menor dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, pois que persegui a igreja de Deus” (I Co 15. 8-9).
1.2 Uma glória permanente. Fica muito claro, que, embora o apóstolo, forçado pelas circunstâncias, tenha sido
obrigado a relatar, mais do que em qualquer outra epístola, uma boa parte da sua biografia. “Fui insensato em gloriarme;
vós me constrangestes” (II Co 12.11a). O seu objetivo principal não era sua autopropagação, e sim, uma “insensata”
justificativa dos seus serviços prestados na obra do senhor. “Outra vez digo: Ninguém me julgue insensato, ou então
recebei-me como insensato, para que também me glorie um pouco. O que digo, não o digo segundo o Senhor, mas
como por insensatez, nesta confiança de gloriar-me” (II Co 11.16-17). Contudo, sabemos e testificamos, que nos
ensinos de Paulo, o que era de maior importância não era o quanto se trabalha, nem tão pouco o quanto se tinha sofrido,
mas, o quanto nos deixamos gastar pela obra do Senhor. “Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas
vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado” (II Co12.15). Sendo assim, a chama que ardia
no coração do apóstolo era a certeza de que não obstante os muitos sofrimentos uma glória permanente o esperava no céu.
“Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em
nós há de ser revelada” (Rm 8.18).
II – A GLÓRIA DAS REVELAÇÕES E VISÕES ESPIRITUAIS
“Em verdade que não convém gloriar-me; mas passarei às visões e revelações do Senhor. Conheço um homem
em Cristo que há catorze anos (se no corpo, não sei, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe) foi arrebatado ao terceiro
céu. E sei que o tal homem (se no corpo, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe). Foi arrebatado ao paraíso; e ouviu
palavras inefáveis, que ao homem não é lícito falar” (II Co 12.1-3). Por causa dos seus oponentes, o apóstolo se sente
forçado a gloriar-se, pois eles, aparentemente, afirmavam ter visões e revelações impressionantes. Contudo, por mais que
tais revelações fossem importantes para Paulo, ele aqui não as considera como prova de seu apostolado. É claro que, com
isto, Paulo não estava querendo negar o valor edificante da revelação dada pelo Espírito Santo. (Podemos assim afirmar
diante de suas palavras ditas nestes textos). “E agora, irmãos, se eu for ter convosco falando em línguas, que vos
aproveitaria, se não vos falasse ou por meio da revelação, ou da ciência, ou da profecia, ou da doutrina?Que fareis,
pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem
interpretação. Faça-se tudo para edificação. Mas, se a outro, que estiver assentado, for revelada alguma coisa, cale-se
o primeiro” (I Co 14.6,26,30). Porém, Paulo estava diante de muitas afirmações fraudulentas e nenhuma das visões que
eles tiveram poderia ser mais impressionante do que esta que o Espírito o impulsionou a contar.
2.1 Conteúdo das revelações. A descrição de Paulo sobre esta revelação em visão é fascinante. Ele relata ter sido
“levado até o terceiro céu” ou “paraíso”. As duas expressões são sinônimas pelo fato de Paulo usar o mesmo verbo grego
(harpazo) em ambos os versos (v. 2, 4) para designar o lugar onde a revelação aconteceu. Vejamos: “Conheço um
homem em Cristo que há catorze anos (se no corpo, não sei, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe) foi arrebatado ao
terceiro céu”. “Foi arrebatado ao paraíso; e ouviu palavras inefáveis, que ao homem não é lícito falar”.
Podemos dizer, então, que o “paraíso” é um lugar celestial, na presença de Deus, onde acontecem a comunhão e a
comunicação com Ele. É curioso que nesta experiência, Paulo estivesse impossibilitado de saber se estava “no corpo” ou
“fora do corpo”. Talvez o esplendor do mundo espiritual de que Paulo ouviu, tenha causado a perda de toda a consciência
de sua própria existência no corpo. Não foi o que aconteceu no caso de João no Apocalipse? “Eu fui arrebatado no
Espírito no dia do Senhor, e ouvi detrás de mim uma grande voz, como de trombeta” (Ap 1.10). Na experiência de
Paulo, a grandeza de suas revelações seria tal que, ainda que lhe fosse permitido falar delas, nenhuma palavra humana
seria adequada. “e ouviu palavras inefáveis, que ao homem não é lícito falar” (II Co 12.4b).
III - A GLÓRIA DOS SOFRIMENTOS POR CAUSA DE CRISTO
E, para que não me exaltasse pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um
mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de não me exaltar” (II Co 12.7). Neste texto, Paulo narra o método
que Deus assumiu para mantê-lo firme, e para evitar que se exaltasse pelas visões e revelações que tinha. Não sabemos
com certeza, o que era esse espinho na carne: se um problema de saúde nos olhos, como alguns teólogos afirmam; se
uma tentação; ou até mesmo, no sentido literal, un homem que o esbofeteava. No entanto, podemos afirmar que trata-se
de um “espinho” que Satanás enviou para mal, mas Deus se utilizou dele para o bem.
3.1 As aflições à serviço do bem. As aflições de Paulo é aqui personificada; devido o pecado, o homem sofreu as
consequências. Os sofrimentos serviram para o crescimento espiritual e contribuiu para o desenvolvimento de seu caráter.
Na vida do cristão o sofrimento serve para modelar seu caráter, esse sofrimento que transforma a vida do cristão é a
proporção do crente por amor a Cristo. “ Mas também, se padecerdes por amor da justiça, sois bem-aventurados. E
não temais com medo deles, nem vos turbeis” (I Pe 3:14) Alguns podem não concordar com o que parece ser uma
aliança profana (por exemplo, Deus está dando a Paulo algo que ele vê como “um mensageiro de Satanás”). Porém,
devemos nos lembrar que, às vezes, o inimigo é apresentado como o instrumento de disciplina nas mãos de Deus. “Seja
entregue a Satanás para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no dia do Senhor Jesus” ( I Co 5.5 ). “E
entre esses foram Himeneu e Alexandre, os quais entreguei a Satanás, para que aprendam a não blasfemar” ( I Tm
1.20 ). Ele age de forma limitada de acordo com os propósitos soberanos de Deus, como no caso de Jó. “E disse o
Senhor a Satanás: Eis que ele está na tua mão; porém guarda a sua vida. Então saiu Satanás da presença do Senhor,
e feriu a Jó de úlceras malignas, desde a planta do pé até ao alto da cabeça” ( Jó 2.6-7 ).
3.2 A fraqueza à serviço da força. “E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na
fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo” ( II Co
12.9 ). Muitas vezes Deus não elimina nossos problemas e tentações, mas nos dá graça suficiente afim de não termos
razões de nos queixarmos. A graça significa a boa vontade de Deus para conosco, e isso é suficiente para nos fortalecer e
consolar em todas as aflições e angústias. Seu poder se aperfeiçoa em nossa fraqueza. Deste modo, sua graça se
manifesta: Quando somos fracos em nós mesmos, então somos fortes na graça de nosso Senhor Jesus Cristo. Se nos
sentimos fracos em nós mesmos, então vamos a Cristo, recebemos poder d'Ele e desfrutamos mais das provisões do poder
e da graça divina. “Porque quando estou fraco então sou forte” ( II Co 12.10c ).
CONCLUSÃO
Em II Coríntios 12, Paulo registrou mais uma de suas experiências, onde conta como foi levado ao terceiro céu.
Ele não dá muitos detalhes, contudo compartilha essa experiência celestial com os coríntios, com o objetivo de mostrar
suas credenciais como ministro do Evangelho. Mas também para provar que é possível experimentar uma dimensão
celestial enquanto ainda estamos vivendo na terra. A experiência do terceiro céu deixou uma marca permanente na vida
de Paulo. A partir de então, era como se ele estivesse com um desejo maior de estar no céu. Várias vezes ele falou sobre
o desejo de deixar esta vida e estar com Cristo, e considerava sua vida terrena menos atraente do que a glória de estar com
Cristo.
BIBLIOGRAFIA:
•Bíblia de Estudo Pentecostal. Donald C. Stamps. C.P.A.D.
•Comentário Bíblico Pentecostal. French L. Arrington & Roger Stronstad. C.P.A.D.
•O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo. R. N. Champlin HAGNOS.
•http://www.admoreno.com.br/
INTRODUÇÃO
As experiências com o Senhor é algo de suma importância na vida cristã. A experiência com Deus, faz com que o
homem, mesmo estando diante de grandes dificuldades, permaneça de pé. Foi assim com o apóstolo Paulo: suas visões e
revelações recebidas da parte de Deus, muitas vezes atuaram como uma âncora da alma. Vejamos o que o apóstolo diz
neste texto: “Por isso, ó rei Agripa, não fui desobediente à “visão”celestial” (At 26. 19).
I – A GLÓRIA PASSAGEIRA DE SUA BIOGRAFIA
Mais do que nunca, Paulo tinhas seus motivos para se exaltar, porém, não é o que vemos nas palavras do
apóstolo: “Se convém gloriar-me, gloriar-me-ei no que diz respeito à minha fraqueza” (II Co 11. 30). Paulo, neste
versículo, termina a longa lista de dificuldades e sofrimentos que o assaltavam, enfatizando as suas debilidades e fazendo
delas a sua glória; pois sabia que, ao assim falar, a glória realmente deveria ser atribuída ao Senhor Jesus Cristo, por meio
de quem toda energia divina lhe era conferida, tornado-o capaz de suas realizações apostólicas. Assim sendo, apesar dele
ter sido capaz de dizer que trabalhara mais abundantemente do que todos eles, incluindo até mesmo os verdadeiros
apóstolos (o que seus oponentes de corinto não eram), todavia, esse labor fora realizado através da graça de Deus em sua
vida. “Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã, antes trabalhei muito mais do que
todos eles; todavia não eu, mas a graça de Deus, que está comigo”. (IICo 15. 10)
1.1 Uma glória passageira. “O homem, nascido da mulher, é de poucos dias e farto de inquietação. Sai como a flor, e
murcha; foge também como a sombra, e não permanece. Visto que os seus dias estão determinados, contigo está o
número dos seus meses; e tu lhe puseste limites, e não passará além deles” (Jó 14.1-2,4). Paulo, sem dúvida, conhecia
bem de perto esta verdade, e jamais ele iria cair na tentação de pensar ser ele algo ou alguém, além daquilo que Deus
havia determinado. “E por derradeiro de todos me apareceu também a mim, como a um abortivo. Porque eu sou o
menor dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, pois que persegui a igreja de Deus” (I Co 15. 8-9).
1.2 Uma glória permanente. Fica muito claro, que, embora o apóstolo, forçado pelas circunstâncias, tenha sido
obrigado a relatar, mais do que em qualquer outra epístola, uma boa parte da sua biografia. “Fui insensato em gloriarme;
vós me constrangestes” (II Co 12.11a). O seu objetivo principal não era sua autopropagação, e sim, uma “insensata”
justificativa dos seus serviços prestados na obra do senhor. “Outra vez digo: Ninguém me julgue insensato, ou então
recebei-me como insensato, para que também me glorie um pouco. O que digo, não o digo segundo o Senhor, mas
como por insensatez, nesta confiança de gloriar-me” (II Co 11.16-17). Contudo, sabemos e testificamos, que nos
ensinos de Paulo, o que era de maior importância não era o quanto se trabalha, nem tão pouco o quanto se tinha sofrido,
mas, o quanto nos deixamos gastar pela obra do Senhor. “Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas
vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado” (II Co12.15). Sendo assim, a chama que ardia
no coração do apóstolo era a certeza de que não obstante os muitos sofrimentos uma glória permanente o esperava no céu.
“Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em
nós há de ser revelada” (Rm 8.18).
II – A GLÓRIA DAS REVELAÇÕES E VISÕES ESPIRITUAIS
“Em verdade que não convém gloriar-me; mas passarei às visões e revelações do Senhor. Conheço um homem
em Cristo que há catorze anos (se no corpo, não sei, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe) foi arrebatado ao terceiro
céu. E sei que o tal homem (se no corpo, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe). Foi arrebatado ao paraíso; e ouviu
palavras inefáveis, que ao homem não é lícito falar” (II Co 12.1-3). Por causa dos seus oponentes, o apóstolo se sente
forçado a gloriar-se, pois eles, aparentemente, afirmavam ter visões e revelações impressionantes. Contudo, por mais que
tais revelações fossem importantes para Paulo, ele aqui não as considera como prova de seu apostolado. É claro que, com
isto, Paulo não estava querendo negar o valor edificante da revelação dada pelo Espírito Santo. (Podemos assim afirmar
diante de suas palavras ditas nestes textos). “E agora, irmãos, se eu for ter convosco falando em línguas, que vos
aproveitaria, se não vos falasse ou por meio da revelação, ou da ciência, ou da profecia, ou da doutrina?Que fareis,
pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem
interpretação. Faça-se tudo para edificação. Mas, se a outro, que estiver assentado, for revelada alguma coisa, cale-se
o primeiro” (I Co 14.6,26,30). Porém, Paulo estava diante de muitas afirmações fraudulentas e nenhuma das visões que
eles tiveram poderia ser mais impressionante do que esta que o Espírito o impulsionou a contar.
2.1 Conteúdo das revelações. A descrição de Paulo sobre esta revelação em visão é fascinante. Ele relata ter sido
“levado até o terceiro céu” ou “paraíso”. As duas expressões são sinônimas pelo fato de Paulo usar o mesmo verbo grego
(harpazo) em ambos os versos (v. 2, 4) para designar o lugar onde a revelação aconteceu. Vejamos: “Conheço um
homem em Cristo que há catorze anos (se no corpo, não sei, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe) foi arrebatado ao
terceiro céu”. “Foi arrebatado ao paraíso; e ouviu palavras inefáveis, que ao homem não é lícito falar”.
Podemos dizer, então, que o “paraíso” é um lugar celestial, na presença de Deus, onde acontecem a comunhão e a
comunicação com Ele. É curioso que nesta experiência, Paulo estivesse impossibilitado de saber se estava “no corpo” ou
“fora do corpo”. Talvez o esplendor do mundo espiritual de que Paulo ouviu, tenha causado a perda de toda a consciência
de sua própria existência no corpo. Não foi o que aconteceu no caso de João no Apocalipse? “Eu fui arrebatado no
Espírito no dia do Senhor, e ouvi detrás de mim uma grande voz, como de trombeta” (Ap 1.10). Na experiência de
Paulo, a grandeza de suas revelações seria tal que, ainda que lhe fosse permitido falar delas, nenhuma palavra humana
seria adequada. “e ouviu palavras inefáveis, que ao homem não é lícito falar” (II Co 12.4b).
III - A GLÓRIA DOS SOFRIMENTOS POR CAUSA DE CRISTO
E, para que não me exaltasse pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um
mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de não me exaltar” (II Co 12.7). Neste texto, Paulo narra o método
que Deus assumiu para mantê-lo firme, e para evitar que se exaltasse pelas visões e revelações que tinha. Não sabemos
com certeza, o que era esse espinho na carne: se um problema de saúde nos olhos, como alguns teólogos afirmam; se
uma tentação; ou até mesmo, no sentido literal, un homem que o esbofeteava. No entanto, podemos afirmar que trata-se
de um “espinho” que Satanás enviou para mal, mas Deus se utilizou dele para o bem.
3.1 As aflições à serviço do bem. As aflições de Paulo é aqui personificada; devido o pecado, o homem sofreu as
consequências. Os sofrimentos serviram para o crescimento espiritual e contribuiu para o desenvolvimento de seu caráter.
Na vida do cristão o sofrimento serve para modelar seu caráter, esse sofrimento que transforma a vida do cristão é a
proporção do crente por amor a Cristo. “ Mas também, se padecerdes por amor da justiça, sois bem-aventurados. E
não temais com medo deles, nem vos turbeis” (I Pe 3:14) Alguns podem não concordar com o que parece ser uma
aliança profana (por exemplo, Deus está dando a Paulo algo que ele vê como “um mensageiro de Satanás”). Porém,
devemos nos lembrar que, às vezes, o inimigo é apresentado como o instrumento de disciplina nas mãos de Deus. “Seja
entregue a Satanás para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no dia do Senhor Jesus” ( I Co 5.5 ). “E
entre esses foram Himeneu e Alexandre, os quais entreguei a Satanás, para que aprendam a não blasfemar” ( I Tm
1.20 ). Ele age de forma limitada de acordo com os propósitos soberanos de Deus, como no caso de Jó. “E disse o
Senhor a Satanás: Eis que ele está na tua mão; porém guarda a sua vida. Então saiu Satanás da presença do Senhor,
e feriu a Jó de úlceras malignas, desde a planta do pé até ao alto da cabeça” ( Jó 2.6-7 ).
3.2 A fraqueza à serviço da força. “E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na
fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo” ( II Co
12.9 ). Muitas vezes Deus não elimina nossos problemas e tentações, mas nos dá graça suficiente afim de não termos
razões de nos queixarmos. A graça significa a boa vontade de Deus para conosco, e isso é suficiente para nos fortalecer e
consolar em todas as aflições e angústias. Seu poder se aperfeiçoa em nossa fraqueza. Deste modo, sua graça se
manifesta: Quando somos fracos em nós mesmos, então somos fortes na graça de nosso Senhor Jesus Cristo. Se nos
sentimos fracos em nós mesmos, então vamos a Cristo, recebemos poder d'Ele e desfrutamos mais das provisões do poder
e da graça divina. “Porque quando estou fraco então sou forte” ( II Co 12.10c ).
CONCLUSÃO
Em II Coríntios 12, Paulo registrou mais uma de suas experiências, onde conta como foi levado ao terceiro céu.
Ele não dá muitos detalhes, contudo compartilha essa experiência celestial com os coríntios, com o objetivo de mostrar
suas credenciais como ministro do Evangelho. Mas também para provar que é possível experimentar uma dimensão
celestial enquanto ainda estamos vivendo na terra. A experiência do terceiro céu deixou uma marca permanente na vida
de Paulo. A partir de então, era como se ele estivesse com um desejo maior de estar no céu. Várias vezes ele falou sobre
o desejo de deixar esta vida e estar com Cristo, e considerava sua vida terrena menos atraente do que a glória de estar com
Cristo.
BIBLIOGRAFIA:
•Bíblia de Estudo Pentecostal. Donald C. Stamps. C.P.A.D.
•Comentário Bíblico Pentecostal. French L. Arrington & Roger Stronstad. C.P.A.D.
•O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo. R. N. Champlin HAGNOS.
•http://www.admoreno.com.br/
sexta-feira, 12 de março de 2010
CARACTERÍSTICAS DE UM AUTÊNTICO LÍDER.
CARACTERÍSTICAS DE UM AUTÊNTICO LÍDER.
Nesta 11ª lição aprenderemos que ser um líder autêntico, apesar de não ser sinônimo de ser um "líder perfeito", implica em possuir algumas características e qualidades específicas e notórias.
PLANO DE AULA
1. OBJETIVOS DA LIÇÃO
-Compreender que o líder cristão autêntico é aquele que não perde o senso de dependência de Deus.
-Distinguir as características de um verdadeiro líder.
-Descrever os tipos de lideranças encontradas no seio da igreja.
1. CONTEÚDO
Textos Bíblicos: 2 Co 10.12-16; 11.2, 3, 5, 6
12 E a terra produziu erva, erva dando semente conforme a sua espécie, e a árvore frutífera, cuja semente está nela conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom. 13 E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro. 14 E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos. 15 E sejam para luminares na expansão dos céus, para iluminar a terra; e assim foi. 16 E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas.
2 Cor 11.2,3,5,6
2 E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. 3 E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera. 5 E toda a planta do campo que ainda não estava na terra, e toda a erva do campo que ainda não brotava; porque ainda o SENHOR Deus não tinha feito chover sobre a terra, e não havia homem para lavrar a terra. 6 Um vapor, porém, subia da terra, e regava toda a face da terra.
O CONCEITO DE AUTENTICIDADE
O que significa ser autêntico? O dicionário mini Houaiss (2001, p. 45) define oferece as seguintes definições:
- Autenticar: reconhecer como autêntico ou verdadeiro;
- Autenticidade: ausência de falsidade;
- Autêntico: verdadeiro, legítimo.
Na liderança cristã atual é preciso discernir entre o autêntico e o falso.
LIÇÕES SOBRE A AUTENTICIDADE DA LIDERANÇA DO APÓSTOLO PAULO
Conforme Sanders (1999, p. 40) "A liderança de Paulo não era perfeita, mas nos proporciona um exemplo tremendamente estimulante e inspirador do que significa continuar avançando para a maturidade".
Na lição bíblica encontramos descritas algumas características e qualidades da liderança autêntica de Paulo. São elas:
- O objetivo maior de servir ou o compromisso e interesse pelo bem-estar integral da igreja. Esta descrição encontramos na verdade prática da lição e no segundo ponto da mesma. Por várias vezes esse tema foi tratado no decorrer deste trimestre. A marca do verdadeiro desejo de servir está presente em Paulo na forma como era livre da ambição de tirar vantagens financeiras do evangelho e de sua função (11.7-10), do sofrimento a que submeteu-se (11.22-33), na disposição em se gastar em prol das vidas (12.15). Em nossos dias, alguns líderes chamariam Paulo de tolo, burro, besta, ingênuo, santarrão e coisas semelhantes a estas. A razão é que muitos que dizem estar servindo à igreja, na realidade buscam vantagens pessoais, estabilidade financeira, enriquecimento ilícito, aumento desproporcional do patrimônio e outros atos e intenções vergonhosas. É possível perceber em alguns casos o patrimônio de alguns líderes (apostolos , bispos e pastores) se multiplicar em mais de dez vezes em poucos anos em seu "viver do evangelho". Benção de Deus ou oportunismo? Prosperidade ou imprudência? Deus haverá de julgar cada caso e retribuir de forma justa as intenções e ações equivocadas ou maldosas desses líderes. Se o apóstolo Paulo ressucitasse em nossos dias ficaria surpreso pela ideia capitalista disseminada de que um apostolado e pastorado bem sucedido é medido pelo tamanho do patrimônio acumulado e ostentado por seu possuidor.
"Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas são lícitas, mas nem todas edificam." (1 Co 10.23)
- O exercício da autocrítica (1 Co 10.12, 13). Conhecer e reconhecer os seus limites, suas imperfeições, suas debilidades, seus erros e necessidades de aperfeiçoamento é uma necessidade na vida de um autêntico líder. A autocrítica ou autoanálise é um exercício constante e salutar. Na Bíblia sagrada encontramos o modelo de Deus para a vida do líder cristão em todo os seus aspectos.
Sanders (idem, p. 52) entende que "Paulo estava plenamente cônscio de suas próprias falhas e deficiências, visto que seu padrão era a maturidade segundo a "estatura da plenitude de Cristo (Ef 4.13). Ele confessou suas próprias limitações:
"Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus." (Fp 3.12-14)
- A demonstração de competências para o exercício do seu ministério. Alguns conceitos modernos de competência são relacionados por Resende (2003, p. 30-31):
"Capacidade de quem é capaz de apreciar e resolver certo assunto, fazer determinada coisa" (Dicionário Aurélio B. de Holanda).
"Observáveis características individuais - conhecimentos, habilidades, objetivos, valores - capazes de predizer/causar efetiva ou superior performance no trabalho ou em outra situação de vida (David C. McClelland).
"Competência no trabalho é uma destacada característica de um empregado (que pode ser motivo, habilidade, conhecimento, auto-imagem, função social) que resulta em efetivo e/ou superior performance" (Boyatzis - colega de McClelland nas pesquisas sobre identificação e avaliação de competências).
"Competência é a capacidade de transformar conhecimentos e habilidades em entrega (Joel Dutra)
Outras definições sem a indicação do autor:
"Competência são atributos pessoais que distinguem pessoas de altas performances de outras, num mesmo trabalho."
"Pessoas competentes são aquelas que obtêm resultados no trabalho, nos empreendimentos, utilizando conhecimentos e habilidades adequados."
Uma análise geral no exercício das atividades apostólicas de Paulo nos revela claramente a sua competência, ou seja, esse conjunto de habilidades, dons, talentos, conhecimentos e virtudes que se espera de um líder autêntico.
Além destas qualidades especificadas na lição, ao tratar sobre a liderança de Paulo, Sanders (idem, p. 42-66) nos descreve outras mais. São estas:
- Consideração. Aqui se trata da sensibilidade aos direitos alheios (2 Co 10.13-16);
- Coragem. A prova da coragem de um líder é a sua capacidade de enfrentar fatos e situações desagradáveis, ou mesmo devastadoras, sem entrar em pânico, e sua disposição de tomar medidas firmes quando necessárias, mesmo que sejam impopulares (At 19.30-31; 20.22-23;
2 Tm 1.7; Gl 2.11);
- Determinação. A prorastinação e a vacilação são fatais à liderança. Uma decisão sincera, embora errada, é melhor do que nenhuma. Paulo sempre demonstrou determinação em suas ações: "Que farei Senhor?" (At 22.8,10);
- Ânimo. Ele era forte em caráter e fé. Tal condição foi construída ao longo de sua vida e ministério (2 Co 7.6; Fp 4.11; 2 Co 4.1, 16);
- Amizade. Sobre a qualidade desta marca na liderança de Paulo Sanders (ibidem, p. 50-51) afirma: "Diferente de muitos outros grandes líderes, a grandeza de Paulo não era a "grandeza do isolamento". Ele era essencialmente gregário, e possuía em grau único o poder de capturar e reter o intenso amor e lealdade dos amigos. Seu amor era autêntico e profundo. [...] Um dos grandes segredos da amizade de Paulo era a sua capacidade de amar de modo altruísta, mesmo que seu amor não fosse retribuído (2 Co 12.15);
- Humildade. O currículo dos cursos de liderança do mundo, nos quais se avolumam a preeminência, a publicidade e a autopromoção (marketing pessoal), não inclui a humildade (Mc 10.43; 1 Co 15.9; 2 Co 12.6; Ef 3.8; 1 Tm 1.15);
- A capacidade de ouvir. A sensibilidade às necessidades alheias e a disponibilidade de seguir conselhos se expressam melhor ouvindo do que falando. Ao ler nas entrelinhas, não era difícil perceber que Paulo era um homem que conhecia o valor de ouvir.
- Paciência. O homem que se impacienta com as fraquezas e falhas alheias terá liderança deficitária: "Ora, nós que somos fortes, devemos suportar as debilidades dos fracos (Rm 15.1). O bom líder sabe adaptar sua marcha à do irmão mais lento;
- Autodisciplina. O líder se torna capaz de conduzir outros na medida que consegue se conduzir (1 Co 9.26-27; 2 Co 10.4-5; Gl 5.23);
- Sinceridade e integridade. Transparência no viver e capacidade de se abrir são qualidades próprias na vida de um líder autêntico, sincero e íntegro (At 24.16; 1 Co 4.4; 2 Co 2.17; 2 Tm 1.3);
- Sabedoria espiritual. Eis aqui mais um elemento essencial para os que ocupam uma posição de liderança (At 6.3). Sabedoria é conhecimento em ação nas questões morais e espirituais. Sabedoria espiritual é envolve o conhecimento de Deus e das complexidades do coração do homem (1 Co 3.18-19; Cl 1.9,28, 3.16). A sabedoria vinda de Deus deve ser buscada (Tg 1.5);
- Zelo e veemência. À semelhança de seu Mestre e Senhor, Paulo era sincero e zeloso em toda a obra que realizava para Deus (At 22.3; 1 Co 14.1). É o líder zeloso, entusiasta que mais profunda e permanentemente impressiona seus seguidores.
Para concluir, cito ainda Sanders (ibidem, p. 40), que de forma muito apropriada escreve:
"O conceito que ele tinha do papel do líder na obra cristã reflete-se nas palavras que emprega nessa conexão. Ele é despenseiro (1 Co 4.2), o que significa mordomo ou gerente dos recursos da família. Ele é administrador, isto é, governante (1 Co 12.28), palavra que descreve o timoneiro do navio e, dessa maneira, aquele que dirige a tarefa. Ele é bispo, isto é, supervisor (At 20.28), palavra para guardador ou protetor. Ele é presbítero (At 20.17), o que implica maturidade da experiência cristã. Ele é presidente (Rm 12.8), palavra que significa alguém que se coloca diante das pessoas e as conduz. É claro, nem todos os líderes preenchem todos esses papéis, mas o uso que Paulo faz dessas palavras dá algum indício da complexidade da tarefa, e do quanto é preciso haver flexibilidade e adaptabilidade no exercê-la."
Apesar de sua humanidade e imperfeições, o exemplo de Paulo como líder autêntico é digno de ser imitado.
3. MÉTODOS E ESTRATÉGIAS DE ENSINO
Relacione num quadro ou em cartaz, ou ainda em alguma outra plataforma de escrita as características e qualidades que autenticavam a liderança de Paulo. Em seguida converse com os alunos sobre a presença das referidas qualidades nas lideranças atuais. Resalte o fato de que não é possível haver um líder perfeito, mas é possível ser um líder autêntico.
4. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS
- Bíblia de Estudo Almeida (ARA), SBB.
- Dicionário da Língua Portuguesa Houaiss, Objetiva.
- O livro das competências, Qualitymark.
- Paulo, o líder, Editora Vida.
-http://www.altairgermano.com/
Nesta 11ª lição aprenderemos que ser um líder autêntico, apesar de não ser sinônimo de ser um "líder perfeito", implica em possuir algumas características e qualidades específicas e notórias.
PLANO DE AULA
1. OBJETIVOS DA LIÇÃO
-Compreender que o líder cristão autêntico é aquele que não perde o senso de dependência de Deus.
-Distinguir as características de um verdadeiro líder.
-Descrever os tipos de lideranças encontradas no seio da igreja.
1. CONTEÚDO
Textos Bíblicos: 2 Co 10.12-16; 11.2, 3, 5, 6
12 E a terra produziu erva, erva dando semente conforme a sua espécie, e a árvore frutífera, cuja semente está nela conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom. 13 E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro. 14 E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos. 15 E sejam para luminares na expansão dos céus, para iluminar a terra; e assim foi. 16 E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas.
2 Cor 11.2,3,5,6
2 E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. 3 E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera. 5 E toda a planta do campo que ainda não estava na terra, e toda a erva do campo que ainda não brotava; porque ainda o SENHOR Deus não tinha feito chover sobre a terra, e não havia homem para lavrar a terra. 6 Um vapor, porém, subia da terra, e regava toda a face da terra.
O CONCEITO DE AUTENTICIDADE
O que significa ser autêntico? O dicionário mini Houaiss (2001, p. 45) define oferece as seguintes definições:
- Autenticar: reconhecer como autêntico ou verdadeiro;
- Autenticidade: ausência de falsidade;
- Autêntico: verdadeiro, legítimo.
Na liderança cristã atual é preciso discernir entre o autêntico e o falso.
LIÇÕES SOBRE A AUTENTICIDADE DA LIDERANÇA DO APÓSTOLO PAULO
Conforme Sanders (1999, p. 40) "A liderança de Paulo não era perfeita, mas nos proporciona um exemplo tremendamente estimulante e inspirador do que significa continuar avançando para a maturidade".
Na lição bíblica encontramos descritas algumas características e qualidades da liderança autêntica de Paulo. São elas:
- O objetivo maior de servir ou o compromisso e interesse pelo bem-estar integral da igreja. Esta descrição encontramos na verdade prática da lição e no segundo ponto da mesma. Por várias vezes esse tema foi tratado no decorrer deste trimestre. A marca do verdadeiro desejo de servir está presente em Paulo na forma como era livre da ambição de tirar vantagens financeiras do evangelho e de sua função (11.7-10), do sofrimento a que submeteu-se (11.22-33), na disposição em se gastar em prol das vidas (12.15). Em nossos dias, alguns líderes chamariam Paulo de tolo, burro, besta, ingênuo, santarrão e coisas semelhantes a estas. A razão é que muitos que dizem estar servindo à igreja, na realidade buscam vantagens pessoais, estabilidade financeira, enriquecimento ilícito, aumento desproporcional do patrimônio e outros atos e intenções vergonhosas. É possível perceber em alguns casos o patrimônio de alguns líderes (apostolos , bispos e pastores) se multiplicar em mais de dez vezes em poucos anos em seu "viver do evangelho". Benção de Deus ou oportunismo? Prosperidade ou imprudência? Deus haverá de julgar cada caso e retribuir de forma justa as intenções e ações equivocadas ou maldosas desses líderes. Se o apóstolo Paulo ressucitasse em nossos dias ficaria surpreso pela ideia capitalista disseminada de que um apostolado e pastorado bem sucedido é medido pelo tamanho do patrimônio acumulado e ostentado por seu possuidor.
"Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas são lícitas, mas nem todas edificam." (1 Co 10.23)
- O exercício da autocrítica (1 Co 10.12, 13). Conhecer e reconhecer os seus limites, suas imperfeições, suas debilidades, seus erros e necessidades de aperfeiçoamento é uma necessidade na vida de um autêntico líder. A autocrítica ou autoanálise é um exercício constante e salutar. Na Bíblia sagrada encontramos o modelo de Deus para a vida do líder cristão em todo os seus aspectos.
Sanders (idem, p. 52) entende que "Paulo estava plenamente cônscio de suas próprias falhas e deficiências, visto que seu padrão era a maturidade segundo a "estatura da plenitude de Cristo (Ef 4.13). Ele confessou suas próprias limitações:
"Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus." (Fp 3.12-14)
- A demonstração de competências para o exercício do seu ministério. Alguns conceitos modernos de competência são relacionados por Resende (2003, p. 30-31):
"Capacidade de quem é capaz de apreciar e resolver certo assunto, fazer determinada coisa" (Dicionário Aurélio B. de Holanda).
"Observáveis características individuais - conhecimentos, habilidades, objetivos, valores - capazes de predizer/causar efetiva ou superior performance no trabalho ou em outra situação de vida (David C. McClelland).
"Competência no trabalho é uma destacada característica de um empregado (que pode ser motivo, habilidade, conhecimento, auto-imagem, função social) que resulta em efetivo e/ou superior performance" (Boyatzis - colega de McClelland nas pesquisas sobre identificação e avaliação de competências).
"Competência é a capacidade de transformar conhecimentos e habilidades em entrega (Joel Dutra)
Outras definições sem a indicação do autor:
"Competência são atributos pessoais que distinguem pessoas de altas performances de outras, num mesmo trabalho."
"Pessoas competentes são aquelas que obtêm resultados no trabalho, nos empreendimentos, utilizando conhecimentos e habilidades adequados."
Uma análise geral no exercício das atividades apostólicas de Paulo nos revela claramente a sua competência, ou seja, esse conjunto de habilidades, dons, talentos, conhecimentos e virtudes que se espera de um líder autêntico.
Além destas qualidades especificadas na lição, ao tratar sobre a liderança de Paulo, Sanders (idem, p. 42-66) nos descreve outras mais. São estas:
- Consideração. Aqui se trata da sensibilidade aos direitos alheios (2 Co 10.13-16);
- Coragem. A prova da coragem de um líder é a sua capacidade de enfrentar fatos e situações desagradáveis, ou mesmo devastadoras, sem entrar em pânico, e sua disposição de tomar medidas firmes quando necessárias, mesmo que sejam impopulares (At 19.30-31; 20.22-23;
2 Tm 1.7; Gl 2.11);
- Determinação. A prorastinação e a vacilação são fatais à liderança. Uma decisão sincera, embora errada, é melhor do que nenhuma. Paulo sempre demonstrou determinação em suas ações: "Que farei Senhor?" (At 22.8,10);
- Ânimo. Ele era forte em caráter e fé. Tal condição foi construída ao longo de sua vida e ministério (2 Co 7.6; Fp 4.11; 2 Co 4.1, 16);
- Amizade. Sobre a qualidade desta marca na liderança de Paulo Sanders (ibidem, p. 50-51) afirma: "Diferente de muitos outros grandes líderes, a grandeza de Paulo não era a "grandeza do isolamento". Ele era essencialmente gregário, e possuía em grau único o poder de capturar e reter o intenso amor e lealdade dos amigos. Seu amor era autêntico e profundo. [...] Um dos grandes segredos da amizade de Paulo era a sua capacidade de amar de modo altruísta, mesmo que seu amor não fosse retribuído (2 Co 12.15);
- Humildade. O currículo dos cursos de liderança do mundo, nos quais se avolumam a preeminência, a publicidade e a autopromoção (marketing pessoal), não inclui a humildade (Mc 10.43; 1 Co 15.9; 2 Co 12.6; Ef 3.8; 1 Tm 1.15);
- A capacidade de ouvir. A sensibilidade às necessidades alheias e a disponibilidade de seguir conselhos se expressam melhor ouvindo do que falando. Ao ler nas entrelinhas, não era difícil perceber que Paulo era um homem que conhecia o valor de ouvir.
- Paciência. O homem que se impacienta com as fraquezas e falhas alheias terá liderança deficitária: "Ora, nós que somos fortes, devemos suportar as debilidades dos fracos (Rm 15.1). O bom líder sabe adaptar sua marcha à do irmão mais lento;
- Autodisciplina. O líder se torna capaz de conduzir outros na medida que consegue se conduzir (1 Co 9.26-27; 2 Co 10.4-5; Gl 5.23);
- Sinceridade e integridade. Transparência no viver e capacidade de se abrir são qualidades próprias na vida de um líder autêntico, sincero e íntegro (At 24.16; 1 Co 4.4; 2 Co 2.17; 2 Tm 1.3);
- Sabedoria espiritual. Eis aqui mais um elemento essencial para os que ocupam uma posição de liderança (At 6.3). Sabedoria é conhecimento em ação nas questões morais e espirituais. Sabedoria espiritual é envolve o conhecimento de Deus e das complexidades do coração do homem (1 Co 3.18-19; Cl 1.9,28, 3.16). A sabedoria vinda de Deus deve ser buscada (Tg 1.5);
- Zelo e veemência. À semelhança de seu Mestre e Senhor, Paulo era sincero e zeloso em toda a obra que realizava para Deus (At 22.3; 1 Co 14.1). É o líder zeloso, entusiasta que mais profunda e permanentemente impressiona seus seguidores.
Para concluir, cito ainda Sanders (ibidem, p. 40), que de forma muito apropriada escreve:
"O conceito que ele tinha do papel do líder na obra cristã reflete-se nas palavras que emprega nessa conexão. Ele é despenseiro (1 Co 4.2), o que significa mordomo ou gerente dos recursos da família. Ele é administrador, isto é, governante (1 Co 12.28), palavra que descreve o timoneiro do navio e, dessa maneira, aquele que dirige a tarefa. Ele é bispo, isto é, supervisor (At 20.28), palavra para guardador ou protetor. Ele é presbítero (At 20.17), o que implica maturidade da experiência cristã. Ele é presidente (Rm 12.8), palavra que significa alguém que se coloca diante das pessoas e as conduz. É claro, nem todos os líderes preenchem todos esses papéis, mas o uso que Paulo faz dessas palavras dá algum indício da complexidade da tarefa, e do quanto é preciso haver flexibilidade e adaptabilidade no exercê-la."
Apesar de sua humanidade e imperfeições, o exemplo de Paulo como líder autêntico é digno de ser imitado.
3. MÉTODOS E ESTRATÉGIAS DE ENSINO
Relacione num quadro ou em cartaz, ou ainda em alguma outra plataforma de escrita as características e qualidades que autenticavam a liderança de Paulo. Em seguida converse com os alunos sobre a presença das referidas qualidades nas lideranças atuais. Resalte o fato de que não é possível haver um líder perfeito, mas é possível ser um líder autêntico.
4. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS
- Bíblia de Estudo Almeida (ARA), SBB.
- Dicionário da Língua Portuguesa Houaiss, Objetiva.
- O livro das competências, Qualitymark.
- Paulo, o líder, Editora Vida.
-http://www.altairgermano.com/
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